Cada termo que você vai encontrar em um trabalho de monitoramento, explicado primeiro em uma frase. Toque em um termo em qualquer parte do site para vê-lo.
Como o terreno se move
Tom puro
O terreno indo e voltando em um ritmo suave e constante.
ImagineUma criança no balanço: a mesma altura a cada vez, o mesmo tempo a cada vaivém, vez após vez.
Com precisãoUma única onda senoidal, com uma frequência e uma amplitude. A vibração real de um desmonte são muitos tons ao mesmo tempo; o tom puro é o bloco básico que usamos para explicá-los.
Em campoAs páginas de conceito e a calculadora de vibração usam um tom puro para que os números possam ser conferidos à mão.
ImagineVai, volta, vai para o outro lado e volta para casa. Isso é um ciclo.
Com precisãoUma repetição completa de um movimento periódico, de um ponto da onda até a próxima vez em que ela volta ao mesmo ponto, movendo-se no mesmo sentido.
Em campoA frequência conta ciclos por segundo. Os traços empilhados nas páginas de conceito mostram dois deles.
ImagineSe o deslocamento é onde o terreno está, a velocidade é a rapidez com que isso muda, e a aceleração é a rapidez com que a velocidade muda. O mesmo movimento, três vistas.
Com precisãoA taxa instantânea de variação de uma grandeza em relação ao tempo. A velocidade é a derivada do deslocamento; a aceleração é a derivada da velocidade.
Em campoA plataforma converte entre g e mm/s usando essa relação em uma dada frequência.
ImagineUm filme a 24 quadros por segundo parece contínuo; uma unidade a milhares de amostras por segundo pega cada ondulação.
Com precisãoO número de amostras por segundo em uma gravação, em hertz ou amostras por segundo. Precisa ficar bem acima da maior frequência de interesse.
Em campoFixada pela unidade. Não é a frequência do terreno.
A unidade de monitoramento de vibração da ShotTrack.
ImagineUma caixa que você coloca perto daquilo que não pode vibrar demais.
Com precisãoUm monitor autônomo de vibração de desmonte, com acelerômetro, que grava eventos disparados por gatilho e sincroniza com a plataforma ShockAI.
Em campoO guia de configuração mostra, passo a passo, como posicionar e configurar um.
Longe o bastante do desmonte para que a vibração seja pequena e suave.
ImagineFicar do outro lado da rua em um show, e não ao lado das caixas de som.
Com precisãoDistâncias em que a vibração tem baixa frequência, baixa amplitude e é dominada por ondas de superfície, em oposição ao campo próximo, junto à carga.
Em campoMonitorar vizinhos é campo distante. Registros de campo próximo pedem uma faixa mais larga.
A altura do degrau de rocha, do piso até o topo da bancada.
ImagineA altura da parede que o desmonte vai derrubar.
Com precisãoA distância vertical do piso da bancada até a superfície das bocas dos furos, em metros; a profundidade do furo é essa altura mais a subperfuração.
Em campoDefine o comprimento da coluna de carga e o bloco de rocha que cada furo quebra.
A carga de um furo dividida pelo bloco de rocha que esse furo quebra.
ImagineQuilos de explosivo para cada metro cúbico de rocha.
Com precisãoA massa de carga dividida pelo produto de afastamento, espaçamento e altura da bancada, em quilogramas por metro cúbico, ou por tonelada usando a densidade da rocha.
Em campoO primeiro número que um engenheiro compara com o tipo de rocha.
Uma curva sobre a bancada que une os pontos que detonam no mesmo instante.
ImagineCurvas de nível, mas de tempo em vez de altura.
Com precisãoUma curva de igual tempo nominal de detonação traçada sobre a malha de furos; a distância entre as curvas mostra a rapidez com que a sequência de detonação avança.
Em campoOnde as curvas se apertam, os furos detonam em tempos próximos.
Como o sinal de iniciação chega a cada furo e quão bem cada furo cumpre o tempo planejado.
ImagineA fiação e os relógios do desmonte.
Com precisãoUnidades eletrônicas com retardo programado, tubo de choque com retardos fixos de superfície e de fundo, ou detonadores elétricos em uma série fixa.
Em campoO eletrônico acerta dentro de uma fração de milissegundo; os outros desviam alguns milissegundos.
Um detonador com um relógio dentro, programado para detonar em um tempo exato.
ImagineUm despertador em cada furo.
Com precisãoUma unidade programável, acionada por um sinal codificado, com precisão bem abaixo de um milissegundo, que registra o próprio tempo de detonação. Em campo, também chamado de espoleta eletrônica.
Em campoO registro de detonadores que ele gera é o que a plataforma ShockAI compara com o plano.
Um tubo plástico fino que leva o sinal de iniciação de furo em furo como um pequeno clarão.
ImagineUm pavio que corre dentro de um tubo a um quilômetro e meio por segundo.
Com precisãoUm sistema de iniciação não elétrico: conectores de superfície com retardos fixos alimentam as unidades de fundo, e os tempos desviam um pouco a cada etapa.
Em campoBarato e robusto, mas sem registro, e a linha pode ser cortada.
Uma linha de superfície cortada pela rocha em movimento antes de o sinal passar, de modo que os furos depois dela nunca detonam.
ImagineAlguém pisando no pavio.
Com precisãoEm uma amarração com tubo de choque, a perda de todos os furos depois de uma ruptura na linha de superfície, causada por terreno já desmontado.
Em campoÉ por isso que o retardo de fundo precisa durar mais que o percurso de superfície.
Carga máxima por espera: a maior massa de explosivo que detona junta dentro de uma janela curta.
ImagineNão o desmonte inteiro, só os furos que detonam a uns oito milésimos de segundo uns dos outros.
Com precisãoA maior massa total de carga que detona dentro de qualquer janela com a largura regulamentar, em geral 8 ms; é o termo de carga na lei da distância escalonada. No Brasil, a sigla usual é CME.
Em campoRetardos mais longos a reduzem sem mexer na malha.
A distância até o monitor dividida pela raiz quadrada da carga que detona junta.
ImaginePara o terreno, longe e pequeno são a mesma coisa.
Com precisãoD dividido pela raiz quadrada da MIC, em metros por raiz de quilograma; a escala pela raiz cúbica é usada para a onda aérea e em algumas jurisdições.
Em campoToda lei de vibração é uma reta traçada contra esse número.
A reta que passa pelas leituras de vibração do próprio local, usada para prever o próximo desmonte.
ImagineA sua versão da reta do livro, traçada com os seus próprios pontos.
Com precisãoPPV = K · (D/√W)^−β, ajustada por mínimos quadrados em escala log-log às leituras de um projeto, com uma banda de previsão a partir da dispersão dos resíduos.
Os dois números que fixam a reta de um local: a altura em que ela começa e a rapidez com que cai com a distância.
ImagineK diz quão barulhenta é a rocha; beta diz com que rapidez ela se aquieta.
Com precisãoO intercepto K e o módulo da inclinação β da lei da distância escalonada ajustada; 1140 e 1,6 é o par comum para rocha dura quando não há dados.
Em campoDois locais com o mesmo K podem diferir muito a 500 m se seus betas forem diferentes.
As ondas de furos diferentes se somam onde se encontram, então chegadas próximas fazem um pico maior.
ImagineDuas pessoas pulando no mesmo ritmo sobre o mesmo piso.
Com precisãoO traço registrado é a soma da onda elementar de cada furo, cada uma atrasada pelo seu tempo de detonação e pelo tempo de viagem até o monitor.
Em campoO motivo habitual de um pico do traço superar a lei de carga única.
Um furo detonado sozinho, para que cada monitor o leia com clareza como uma única leitura.
ImagineUm dominó de cada vez, em vez da fileira inteira.
Com precisãoUm furo de campanha detonado com pelo menos a duração de uma onda elementar inteira de separação dos vizinhos, dando uma leitura (carga, distância, pico) por monitor.
Em campoUma manhã de furos-semente pode ajustar uma lei do local que os desmontes de produção levam um ano para conquistar.
O nível abaixo do qual ficam dezenove de cada vinte leituras.
ImagineNão o meio do pelotão, e sim perto do topo dele.
Com precisãoO limite superior unilateral de previsão de 95 % de uma lei ajustada, a partir da dispersão dos resíduos e do t de Student com os graus de liberdade do ajuste.
Em campoO número pelo qual dimensionar uma carga; a reta em si é superada metade das vezes.
ImagineBrita ou matacões, saídos da mesma bancada.
Com precisãoA distribuição de tamanhos da rocha desmontada, estimada a partir da razão de carga, do tipo de rocha e da malha (Kuz-Ram), e informada como um tamanho médio e o tamanho pelo qual passam 80 % do material.
Em campoMais fina custa mais explosivo; mais grossa custa mais na britagem.
Com precisãoRocha projetada a partir da face ou da boca, com um alcance que cresce com a carga por metro e diminui com o afastamento e o tampão; as zonas de exclusão são definidas como múltiplos dele.
Em campoTampão curto e afastamento pequeno são as causas habituais.